A automação e a inteligência artificial (IA) deixaram de ser promessas futuristas para se tornarem ferramentas reais de competitividade. Estudos recentes mostram que empresas que adotam essas tecnologias de forma estratégica alcançam ganhos de produtividade de até 20%, além de reduzir custos e acelerar a inovação.
Neste artigo, você vai conhecer dados atualizados, exemplos reais e dicas práticas para entender como a automação e a IA estão transformando processos, quais desafios precisam ser superados e como aproveitar.
Segundo a Oxford Economics (2025), empresas dos setores de varejo, logística e manufatura que investiram em automação registraram até 20% de aumento na produtividade.
“Estudos indicam que a automação e a IA podem elevar a produtividade das empresas em até 20%, impactando diretamente a competitividade e a lucratividade.”
A McKinsey (2024) calcula que a IA aplicada aos processos corporativos pode gerar US$ 4,4 trilhões em ganhos globais de produtividade.
A PwC (2025) revelou que setores mais expostos à IA apresentaram crescimento de 4,8 vezes na produtividade do trabalho em relação a setores menos digitalizados.
Casos práticos comprovam esses resultados. No JPMorgan, engenheiros de software que passaram a utilizar um assistente de codificação baseado em IA ganharam 10% a 20% de eficiência em suas entregas. Um estudo do Federal Reserve de St. Louis (2025) mostrou que profissionais que utilizam IA generativa economizam, em média, 5,4% do tempo semanal em tarefas operacionais.
Esses números deixam claro que a automação e a IA já são determinantes para o desempenho empresarial, trazendo benefícios mensuráveis e consistentes.
Por automação de processos entendemos o uso de softwares e robôs para executar tarefas repetitivas, como emissão de relatórios, aprovação de pedidos e integração de dados.
A IA aplicada vai além: analisa dados, identifica padrões, prevê demanda e até gera textos, códigos e relatórios.
Quando essas duas frentes atuam juntas, os fluxos ficam mais rápidos, inteligentes e com menos erros, liberando as equipes para atividades de maior valor estratégico.
A automação reduz tarefas repetitivas, liberando equipes para atividades mais estratégicas. Ferramentas de IA generativa aceleram a criação de relatórios, análises, códigos e comunicações internas.
Algoritmos de previsão de demanda e manutenção preditiva otimizam estoques e linhas de produção, reduzindo desperdícios e prazos.
Soluções de detecção de falhas e controle de qualidade melhoram padrões produtivos, enquanto a tomada de decisão orientada por dados permite que gestores identifiquem gargalos e priorizem investimentos.
Produtividade real surge quando tecnologia, dados confiáveis e equipes qualificadas trabalham juntas para otimizar processos.
Esses exemplos reforçam que os maiores impactos aparecem em setores com tarefas padronizadas, alto volume de dados e fluxos repetitivos, onde cada minuto economizado significa maior lucratividade.
Apesar do potencial, os ganhos não acontecem de forma automática. Algumas barreiras comuns incluem:
A tecnologia não garante produtividade sozinha — é a estratégia que transforma potencial em resultados reais.
Para colher resultados consistentes, as empresas devem:
Atenção aos desafios
A curva de aprendizado faz parte do processo e exige paciência.
Ferramentas desconectadas podem gerar retrabalho e dados de baixa qualidade comprometem a tomada de decisão.
Por isso, além da tecnologia, governança de dados e gestão da mudança cultural são peças-chave para capturar todo o potencial da automação e da IA.
Automação e IA não são mais futuro: são motores reais de produtividade.
Empresas que estruturam bem seus processos já colhem até 20 % de ganho de eficiência, como mostram Zebra/Oxford Economics e JPMorgan, enquanto outras chegam a índices maiores em tarefas administrativas, como revela o estudo da Nielsen Norman Group.
Com estratégia, integração e acompanhamento de métricas, os resultados aparecem de forma sustentável — e tornam-se vantagem competitiva.
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A Lei de Informática é um incentivo fiscal (Lei nº 8.248/1991, atualizada pela Lei nº 13.969/2019) que reduz o IPI para empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) que investem em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no país. O objetivo é estimular inovação tecnológica, fortalecer a indústria nacional e ampliar a competitividade do setor.
Podem se beneficiar empresas que produzem bens e serviços de TIC no Brasil e que destinam um percentual da receita bruta para projetos de P&D. Entre as elegíveis estão fabricantes de hardware, softwares, soluções em nuvem, cibersegurança, IoT e prestadores de serviços tecnológicos.
As empresas têm redução de até 80% no IPI sobre produtos incentivados, podem reinvestir a economia em novos projetos de P&D, fortalecem a competitividade no mercado, aceleram a transformação digital e qualificam equipes técnicas. O incentivo também apoia o desenvolvimento de novos produtos, tecnologias e serviços.
A empresa deve apresentar um projeto de P&D e comprovar a aplicação do percentual mínimo da receita bruta exigido por lei em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação. É necessário fazer prestação de contas anual aos órgãos competentes. Consultorias especializadas, como a Gröwnt, agilizam e aumentam a taxa de aprovação.
Sim. Além de fabricantes de hardware, empresas de software, SaaS e serviços digitais também podem usar a Lei de Informática para financiar projetos de inovação tecnológica, como desenvolvimento de novas plataformas, soluções de cibersegurança, IA, IoT e serviços em nuvem.
A economia varia conforme o volume de investimentos em P&D e a receita bruta da empresa, mas a redução do IPI pode chegar a 80% sobre os produtos incentivados. Essa economia pode ser reinvestida em novas tecnologias, capacitação de equipes e expansão de soluções inovadoras.
Sim. Ao reduzir custos e liberar capital para novos projetos, a Lei de Informática fortalece a competitividade das empresas de TIC, permitindo lançar produtos mais inovadores e eficientes, melhorar processos e responder mais rápido às demandas do mercado.