Financiar eficiência operacional, transformação digital, desenvolvimento tecnológico e inovação costuma ser desafiador — e, às vezes, inviável — quando se depende só de crédito bancário tradicional. Projetos de médio e longo prazo, com risco tecnológico, pedem condições específicas que nem sempre existem nas linhas comuns.
A boa notícia: é possível combinar fontes de recursos para maximizar o capital externo e garantir fluxo contínuo ao portfólio de iniciativas. A seguir, explicamos a estratégia e trazemos caminhos práticos para executivos que buscam digitalização e inovação com segurança financeira e alto retorno.
Além dos custos de P&D, prototipagem, testes e go-to-market, muitas empresas sofrem com orçamento não previsto e descontinuidade de caixa. Ao diversificar as fontes:
FINEP (MCTI)
Oferece apoio direto e via programas como Inovacred. As condições operacionais (taxas, carências e percentuais) são publicadas oficialmente; as taxas são referenciadas à TR + spread de risco conforme o risco da operação.
BNDES – Programa Mais Inovação
Apoia planos de investimento em inovação e digitalização, com modalidades direta e indireta (inclusive “automática” via rede credenciada). Hoje, os valores de referência incluem:
Observação importante: a FINEP não é vinculada ao BNDES (são instituições distintas), embora existam iniciativas conjuntas de política pública.
Exemplo prático
Uma biotech que desenvolve um fármaco pode:
Como a Gröwnt potencializa essa estratégia
Executivos que estruturam financiamento em “stack” chegam mais rápido e com menos risco ao resultado. A Gröwnt atua exatamente nesse ponto:
Tratando-se de recursos públicos, clareza de objetivos, plano de aplicação e mensuração de valor é requisito básico — e diferencia aprovar do “quase”. A Gröwnt coloca método nesse processo.