O setor de seguros brasileiro encerrou 2023 com um resultado histórico: lucro líquido de aproximadamente R$ 30 bilhões, avanço perto de 17% sobre 2022, impulsionado por recuperação econômica, inflação em queda, melhor subscrição e—principalmente—transformação digital nas operações, produtos e canais. Estimativas oficiais também apontam arrecadação total de R$ 388 bilhões no ano, crescimento de 9% no mercado supervisionado.
Mais do que vento a favor, o fator decisivo foi a priorização de tecnologia e dados: automação de sinistros, analytics preditivo, jornadas omnicanal e ofertas personalizadas elevaram eficiência, reduziram despesas e ampliaram a retenção—com impacto direto no resultado.
A Lei do Bem permite que empresas tributadas no lucro real deduzam dispêndios de P&D e obtenham “cashback fiscal” sobre projetos de inovação (novos produtos, modelos de precificação, motores de fraude, plataformas e apps). Na prática, reduz o custo de inovação em até ~34% com benefícios fiscais, melhora o business case e libera orçamento para escalar tecnologia. (Aplicação sempre condicionada aos critérios técnicos e contábeis do MCTI e da legislação vigente.)
Vantagens estratégicas para seguradoras
Como a Gröwnt ajuda
A Gröwnt estrutura e operacionaliza projetos de P&D para Lei do Bem, da elegibilidade técnica ao dossiê e prestação de contas, com metodologia full service e foco em ROI de inovação.